Tragédia em Osasco: Trabalhador de 29 Anos Morre Eletrocutado em Pátio da ViaMobilidade
A madrugada desta quinta-feira (13) foi marcada por uma tragédia que chocou a comunidade de Osasco e levanta sérias questões sobre a segurança dos trabalhadores na infraestrutura de transporte da região. Um jovem prestador de serviços, de apenas 29 anos, perdeu a vida após sofrer uma descarga elétrica fatal enquanto realizava a manutenção de um vagão no Pátio Presidente Altino, operado pela ViaMobilidade.
Um Acidente que Exige Investigação Rigorosa
O acidente ocorreu nas primeiras horas da manhã, enquanto o trabalhador cumpria sua jornada. O choque elétrico foi imediato e, apesar do acionamento rápido do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), a morte foi confirmada no próprio local. A notícia causou profunda indignação entre colegas e familiares, que agora buscam entender as circunstâncias exatas que levaram a essa perda irreparável.
A Polícia Civil, por meio do 5º Distrito Policial de Osasco, já iniciou a investigação, registrando o caso como morte suspeita. É fundamental que as autoridades conduzam uma apuração rigorosa para determinar se todas as normas de segurança e protocolos de manutenção foram seguidos pela concessionária e pela empresa terceirizada. A vida de um trabalhador não pode ser tratada como um custo operacional.

A Resposta da Concessionária e a Dor da Família
Em nota oficial, a ViaMobilidade lamentou o ocorrido, expressou solidariedade e afirmou estar prestando toda a assistência necessária à família da vítima, além de colaborar integralmente com as investigações. No entanto, para a população de Osasco e para os que dependem do transporte público, a preocupação vai além das notas de pesar. A morte de um jovem no local de trabalho é um alerta doloroso sobre a responsabilidade das grandes concessionárias com a vida de quem move a cidade.
Este trágico evento reacende o debate sobre as condições de trabalho e a fiscalização de segurança em pátios e linhas de trem, especialmente em serviços terceirizados. A comunidade espera que este caso não seja apenas mais um número nas estatísticas, mas sim um ponto de inflexão para garantir que a segurança seja a prioridade máxima, protegendo a vida de cada trabalhador que se dedica diariamente ao sistema metroferroviário.
Fonte:Jornal Comarca Paulista

