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São Paulo tem queda de 66% nos pedidos de internações diárias na última semana

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, aponta que esse critério é mais importante que a taxa de ocupação no momento.

O pedido de internação é um critério anterior, que permite entender o que pode acontecer com as taxas nas UTIs e enfermaria. Porém, o comportamento do dado deve ser monitorado nos próximos dias para que se possa tirar algum tipo de conclusão.



“A gente ampliou muito o monitoramento das pessoas com sintomas na cidade. A gente não está deixando a pessoa se agravar, transfere se for preciso. Isso está fazendo com que a solicitação do número de internação seja reduza. Se esse comportamento permanecer num período de 10 dias, aí a gente tem um número muito importante”, disse o secretário.

Novos respiradores

Acompanhado a esse fator, mais 273 novos respiradores foram instalados nos hospitais desde a última sexta-feira, 29. Já nesta segunda-feira, 1, outros 107 vão equipar centros médicos do município.

A maioria vai para a zona sul. São 90 para o Hospital de Parelheiros, 10 para o da Cruz Vermelha e 5 para o Jabaquara. Os dois ventiladores restantes serão instalados no hospital Dr. Benedicto Montenegro, na zona leste da cidade.

Na rede privada, a taxa de ocupação na capital é de 86%, o que representa uma diminuição de 9 pontos percentuais em relação aos 95% na primeira quinzena de maio.  

Até o momento, a prefeitura contratou 248 leitos de UTI em 19 hospitais particulares, praticamente metade do número que havia sido estimado para o início de junho.

Porém, segundo o secretário Edson Aparecido, a chegada dos novos ventiladores e a manutenção da taxa abaixo dos 80% diminuem a necessidade imediata dessa alternativa.

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